CAMINHANDO NA HISTÓRIA

A sabedoria e a realidade da mensagem de Deus em Sua Palavra nos inspiram!


Há na Bíblia mais de 200 profecias a respeito da vinda do Messias, além de uma série de similitudes e símbolos que apontam para Jesus.


Vamos nos deter em apenas alguns deles:

 

1º) “Porei inimizade entre ti a e mulher, entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”. (Gn 3.15).


Adão e Eva pecaram no Paraiso e esconderam-se do Criador.


Esta passagem, que está no início do livro de Gênesis, é a primeira referência à vinda de Jesus. Nela, Deus revela o livramento que já havia providenciado não só para o primeiro casal, mas também para toda a humanidade. 


Deus cumpriu esta promessa. Foi uma decisão de amor. O amor de Deus á antigo e deve marcar-nos hoje de modo maravilhoso.

 

2º) A vida de José no Egito é um exemplo para todos nós. Ele é símbolo da presença de Cristo em sua vida de santidade e pureza, tanto no seu sofrimento como nas suas tentações.

 

3º) No livro de Êxodo encontramos  Deus falando a Moisés do meio da sarça ardente.

Mais tarde, quando houve a praga das serpentes por causa da desobediência do povo, surgiu novo desafio de fé. Moisés, obedecendo à ordem de Deus, fez uma serpente de bronze, pô-la sobre uma haste e acontecia que, todo aquele que era mordido e olhava para a serpente de bronze, ficava vivo (Nm 21-4-9).

 

Na profecia de Isaias lemos:


“Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra” (Is 45.22).

 

E Jesus declara no capítulo 3 do Evangelho de João, versos 14 e 15:


“Assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado, para todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

 

Jesus é a fonte da vida, é a fonte da cura, é salvação! Ele é a vida dos que vivem e a vida eterna dos que viverão!

 

Mais à frente, no livro de Deuteronômio, Moisés também escreveu sobre a vinda do grande Profeta:

 

“O Senhor teu Deus te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvirás”. (Dt 18.15).

 

Ele estava vendo, à distância, a pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo e este tema vai sendo repetido, no correr dos tempos, de coração em coração. 

 

4º) Voltando ao Livro e Números, encontramos a profecia de Balaão: “Eis que uma estrela procederá de Jacó” (Nm 24.17). É esta também uma referência a Jesus.

 

5º) O encontro de Josué com o anjo está assim registrado:

 

“Sucedeu que, estando Josué ao pé de Jericó, levantou os seus olhos, e olhou; e eis que se pôs em pé diante dele um homem que tinha na mão uma espada nua. E chegou-se Josué a ele, e disse-lhe: És tu dos nossos, um dos nossos inimigos? E disse ele: Não; mas venho agora como príncipe do exército do Senhor. Então Josué se prostrou sobre o seu rosto na terra, e o adorou, e disse-lhe: Que diz o meu Senhor ao seu servo? Então disse o príncipe do exército do Senhor a Josué: Descalça os sapatos de teus pés, porque o lugar em que estás é santo. E fez Josué assim”.  (Js 5.13).

 

O anjo, nesta ocasião, era a presença de Jesus.

 

6º) “E Salmom gerou a Boaz, e Boaz gerou a Obede, e Obede  gerou Jessé, e Jessé gerou a Davi” (Rute 4.21-22).

 

Naquela aparente contradição na vida de Rute, no seu sofrimento, na perda de seu esposo, Deus estava costurando a linhagem do Seu Bendito Filho através de Obede, de quem precedeu o rei Davi e que seria da linhagem de Jesus.


É Deus novamente preparando os pensamentos e os corações para o encontro maravilhoso com Jesus.

 

7º) “...pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.11).

 

Davi, natural de Belém, parte integrante do Reino de Judá, homem segundo o coração de Deus, fala muito a respeito de Jesus.

 

O Salmo 2 é, entre muitos noutros, eminentemente messiânico.

 

“Por que se amontoam as gentes, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes juntos se mancomunam contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo: Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas. Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles. Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os confundirá. Eu, porém, ungi o meu Rei sobre o meu santo monte de Sião. Recitarei o decreto: O Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei. Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e os fins da terra por tua possessão”.

 

É uma profecia  uma referência a Jesus. É o Filho sendo celebrado.

 

Paralelamente, em Mateus capítulo 28 encontramos as palavras de Jesus:


“É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide, ensinai todas as nações”...

Trata-se do cumprimento desta profecia do Salmo 2: “Pede-me, e eu te darei as nações por herança”...

 

8º) “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas das palavras do meu bramido, e não me auxilias? Deus meu , eu clamo de dia, e tu não ouves; de noite, e não tenho sossego... Poderia contar todos os meus ossos; eles veem e me contemplam. Repartem entre si os meus vestidos e lançam sortes sobre a minha túnica” (Sl 22.1-18).

 

São profecias do Salmo 22, cumpridas anos depois em relatos do Novo Testamento nos Evangelhos de João e Mateus: “Veio para o que era seu. E os seus não o receberam” (Jo 1.11).


Estão aqui a tortura e os sofrimentos experimentados pelo Messias, em marcas que nós podemos sentir: desprezado, incompreendido, rejeitado.

 

Mas este mesmo Salmo nos fala também de vitória:


“... porque não desprezou nem abominou a aflição do aflito, nem escondeu dele o seu rosto; antes quando ele clamou, o ouviu”. (SL 22.21-24).


O clamor de Jesus a favor dos pecadores foi ouvido do alto daquela cruz. O Seu sofrimento, plano de Deus, tinha em mira a nossa libertação e isto também é Natal.

 

9º) Da mesma maneira, no Salmo 69 Davi descreveu o seu sofrimento e à proporção que fez isto, deu também  um retrato profético do Natal.


“Então isto será mais agradável ao senhor do que o boi ou bezerro que tem pontas e unhas. Os mansos verão isto e se alegrarão; o vosso coração viverá, porque buscais a Deus. Porque o Senhor ouve os necessitados, e não despreza os seus cativos. Louvem-no os céus e a terra, os mares e tudo quanto neles se move. Porque Deus salvará a Sião, edificará as cidades de Judá”.

 

Assim, a mensagem do Natal é constante e crescente.

David Gomes

Em: Natal, o Maior Presente

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