HOMEM GERA HOMEM; DEUS GERA DEUS

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no principio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez... E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós”... (Jo 1.1-14).

 

O Verbo eterno, o Logos, Jesus, se tornou carne, vestiu-se com roupagem humana e habitou entre nós.

 

A concepção do Logos partia da Filosofia e para os gregos, ilustrava sua busca de Deus, expressando o desejo de encontrarem ponto de apoio para sua concepção de Deus.

Logos é palavra, é inteligência, é vontade e João adotou o termo, colocando nele o sentido de eternidade de Jesus.

 

Platão dizia que a palavra, o Verbo, representava o criador. João trabalhou na ideia para dizer que “o Deus unigênito está no seio do Pai, ele nos fez conhecer a Deus” (Jo 1.18).

 

“Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo principio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre” (Hb 7.3).

 

Jesus não podia mesmo ter pai nem mãe humanos porque Ele é eterno; sem genealogia, porque não nasceu aqui.

 

Homem gera homem. Deus gera Deus.

 

Jesus é o primogênito gerado de Deus na eternidade. O advento da encarnação de Jesus foi um presente do Pai para a humanidade e o apóstolo Paulo fala desta encarnação como esvaziamento, argumentando que Jesus “sendo rico, por amor dos homens se fez pobre, para que por meio de sua pobreza os crentes se tornassem ricos”.
 

David Gomes
Em: Natal, o Maior Presente
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