O LIVRO DE PROVÉRBIOS ENSINA SOBRE OS NOSSOS RELACIONAMENTOS: OS NOSSOS PRÓXIMOS

(Adaptado e alterado de: The way of the wise: Studies in the Book of Proverbs (lesson 12), de Robert Deffinbaugh - Community Bible Chapel. Tradução e adaptação livre. Textos bíblicos: Almeida revisada - IBB).




1. O Cuidado com os amigos dos bons tempos


O pobre é odiado até do vizinho, mas o rico tem muitos amigos. (14:20)


As riquezas multiplicam os amigos; mas, ao pobre, o seu próprio amigo o deixa. A falsa testemunha não fica impune, e o que profere mentiras não escapa. Ao generoso, muitos o adulam, e todos são amigos do que dá presentes. Se os irmãos do pobre o aborrecem, quanto mais se afastarão dele os seus amigos! Corre após eles com súplicas, mas não os alcança. (19:4-7)


2. O amigo verdadeiro que deve ser buscado

O verdadeiro amigo é para todas as ocasiões.


Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão (17:17).


O homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigo mais chegado do que um irmão. (18:24).


Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai, nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade. Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe. (27:10).


O solitário busca o seu próprio interesse e insurge-se contra a verdadeira sabedoria (18:1)


O verdadeiro amigo nos repreende quando necessário


O homem que lisonjeia a seu próximo arma-lhe uma rede aos passos. (29:5).


Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos (27:5-6).


O verdadeiro amigo é sensível e encorajador


Como quem se despe num dia de frio e como vinagre sobre feridas, assim é o que entoa canções junto ao coração aflito. (25:20).


O que bendiz ao seu vizinho em alta voz, logo de manhã, por maldição lhe atribuem o que faz (27:14).


O verdadeiro amigo nos aperfeiçoa


Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo (27:17).


Como águas profundas, são os propósitos do coração do homem, mas o homem de inteligência sabe descobri-los. Muitos proclamam a sua própria benignidade; mas o homem fidedigno, quem o achará? (20:5-6)


O verdadeiro amigo nos é um conselheiro


Como o óleo e o perfume alegram o coração, assim, o amigo encontra doçura no conselho cordial. (27:9)




Cuidados para manter a verdadeira amizade


Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça. (25:17)


Como o óleo e o perfume alegram o coração, assim, o amigo encontra doçura no conselho cordial. Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai, nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade. Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe. (27:9-10)


Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo. Não digas ao teu próximo: Vai e volta amanhã; então, to darei, se o tens agora contigo. (3:27-28)


O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à baila separa os maiores amigos. (17:9)


O que despreza ao seu vizinho peca, mas o que se compadece dos pobres é feliz. (14:21)



3. O falso amigo que deve ser evitado

Não devemos nos associar a tolos

Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau. 13:20).


Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento (14:7).


Não devemos nos associar aos de temperamento incontrolável


Não te associes com o iracundo, nem andes com o homem colérico, para que não aprendas as suas veredas e, assim, enlaces a tua alma (22:24-25).


Não devemos nos associar ao ímpio


Não tenhas inveja dos homens malignos, nem queiras estar com eles, porque o seu coração maquina violência, e os seus lábios falam para o mal. (24:1-2)


O que tem parte com o ladrão aborrece a própria alma; ouve as maldições e nada denuncia. (29:24).


Não é recomendável nos associar a revolucionários e contestadores


Teme ao SENHOR, filho meu, e ao rei e não te associes com os revoltosos. Porque de repente levantará a sua perdição, e a ruína que virá daqueles dois, quem a conhecerá? (24:21-22)


Não é recomendável nos associar aos que não conseguem controlar seus instintos.


O que guarda a lei é filho prudente, mas o companheiro de libertinos envergonha a seu pai (28:7).

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