A CONQUISTA DE CANAÃ - A OCUPAÇÃO DA TERRA (Josué 12.1-6; 13 a 17; 18.11-28; 19)

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INTRODUÇÃO

A promessa feita pelo SENHOR a Moisés, de que “todo lugar que pisar a planta do vosso pé, desde o deserto, desde o Líbano, desde o rio, o rio Eufrates, até o mar ocidental, será vosso. Ninguém vos poderá resistir; o SENHOR, vosso Deus, porá sobre toda a terra que pisardes o vosso terror e o vosso temor, como já vos tenho dito” (Dt 11.24, 25) é renovada a Josué (Js 1.3-6).

Portanto, Josué e Israel, com coragem e confiança, devem tomar posse de toda a terra que o SENHOR havia lhe prometido.

1 – O desafio da conquista (Js 13.1).

O tempo urge; não há tempo a perder. Jesus ao falar da urgência de sua missão aos discípulos disse-lhes: “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (Jo 9.4). Esse tempo, para Josué, já estava chegando e ainda havia muito que fazer.

Diz o texto que Josué era “idoso, entrado em dias; e disse-lhe o SENHOR: Já estás velho entrado em dias, e ainda muitíssima terra ficou para se possuir” (Js 13.1). Daí, portanto, a urgência em completar a obra para a qual foi comissionado. Não havia mais tempo a perder.

2 – A partilha da terra (Js 13.7).

Com a promessa de que lançaria de diante dos filhos de Israel, os povos que ainda lhes resistiam, o SENHOR ordena que Josué faça a distribuição das terras, por herança a Israel (Js 13.6). Disse mais o SENHOR: “Distribui, pois, agora, a terra por herança às nove tribos e à meia tribo de Manassés” (13.7), tendo em vista que a outra meia tribo de Manassés e as tribos dos rubenitas e gaditas já haviam recebido a sua parte dalém do Jordão (Js 13.8).

3 – Uma tribo especial (Js 13.33).

Somente a tribo de Levi não recebeu herança. “O SENHOR, Deus de Israel, é a sua herança, como já lhes tinha dito” (Js 13.33). Os levitas foram escolhidos para um ministério especial no serviço do tabernáculo. Sua herança consistia na função singular de cuidar dos serviços sagrados. “... o sacerdócio do SENHOR é a sua parte” (Js 18.7).

4 – Uma promessa cumprida (Js 14.6-13).

Esses versículos (Js 14.6-13) celebram a fidelidade de Deus. Por sua perseverança, Calebe e Josué eram os únicos, dos que saíram do Egito, ainda viviam. Agora, aos 85 anos, recebeu a herança que lhe fora prometida por causa de sua fidelidade em crer que Deus daria a Terra Prometida à Israel. O texto é uma recapitulação de Números de 11 a 14, quando ele e Josué foram enviados para espiar a terra e, contrariando o relatório dos outros espias, declarou sua fé em que o SENHOR cumpriria a sua promessa. Portanto, ele recebe a recompensa por sua perseverança em crer no SENHOR (Js 14.13, 14).

5 – A convivência com o pecado (Js 16.8-10).

A tribo de Efraim não obedeceu às ordens do SENHOR, “não expulsaram aos cananeus que habitavam em Gezer; assim, habitam eles no meio dos efraimitas até ao dia de hoje; porém sujeitos a trabalhos forçados” (Js 16.10).

Houve negligência por parte da tribo de Efraim, não destruindo a idolatria. Mais tarde, essa influência pagã e idólatra da cidade de Gezer, influenciou Israel a abandonar a Deus.

Um alerta para nossos dias – precisamos nos afastar de tudo aquilo que pode nos afastar do SENHOR, por mais que nos pareçam sem importância. Para Deus, pecado sempre é pecado e o salário do pecado sempre será a morte. Portanto, não podemos conviver com nenhuma forma de pecado.

CONCLUSÃO

A Conquista de Canaã e a partilha da terra entre as doze tribos de Israel é a prova cabal da fidelidade de Deus, que sempre cumpre as sua promessas e deve servir para renovar nossas esperanças e nos fazer perseverantes em crer que o SENHOR cumprirá em nós tudo aquilo que Ele prometeu em sua Palavra.

Nos alerta, também, que devemos nos separar definitivamente do pecado e ter uma vida de total dependência e obediência ao SENHOR, confiando que, ao entregar a Ele nossos caminhos, Ele tudo fará (Sl 37.5).

Bibliografia:

[1] Bíblia de Estudo MacArthur. Barueri, SP. Sociedade Bíblica do Brasil, 2010. 2048 p.

[2] Bíblia de Estudo de Genebra. São Paulo e Barueri. Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. 1.728 p.

[3] Revista Escola Bíblica Dominical, 1° Trimestre de 1986. Rio de Janeiro, RJ: JUERP.

[4] ANDRADE, José Sélio de. A terra da promessa – conquista e ocupação (Josué, Juízes e Rute). Rio de Janeiro: JUERP: 2008.

[5] ALLEN, Clifton J. Comentário Bíblico Broadman. Rio de Janeiro: JUERP, 1994,v.2.552p.

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