ALGUNS MOMENTOS ESPECIAIS (Marcos 8)

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O capítulo 8 de Marcos vai nos contar a respeito de alguns momentos especiais vividos por Jesus e seus discípulos. O primeiro deles foi a multiplicação de pães e peixes para quatro mil homens, episódio semelhante e complementar ao que vimos no capítulo 6. O significado parece ser o mesmo, ou seja, Jesus de preocupa com as necessidades diárias de todas as pessoas.


O mesmo Deus que alimentou os gentios, o fez também aos judeus. Ao voltar para casa, fez questão de admoestar os discípulos sobre a necessidade de se guardarem da hipocrisia dos fariseus que, mesmo diante de tantos milagres, “tentando-o, pediram-lhe um sinal do céu”. A narrativa continua, dizendo “Jesus, porém, arrancou do íntimo do seu espírito um gemido, e disse: por que pede esta geração um sinal? Em verdade vos digo que a esta geração não se lhe dará sinal algum.” Podemos imaginar o que significa a expressão “arrancar do íntimo do seu espírito” em se tratando de Jesus?


É prudente, à vista dos resultados da vinda e ministério de Jesus, ponderar com critério sobre certos pedidos que, desejando algo concreto com o que se agarrar, solicitam um sinal de que Deus os está ouvindo. Para nós, a Bíblia contém todos os sinais de que necessitamos para compreender o amor de Deus. A fé não está baseada nas provas que ditam os homens, senão na revelação que Deus dá.


Em seguida, Jesus se defronta com a necessidade de curar um cego. Algumas pessoas o trouxeram e pediram que o curasse. Jesus tocou os olhos daquele homem e a visão começou a ser restaurada. Repetiu o gesto e agora o antigo cego estava completamente curado. Podemos entender aqui um grande contraste entre os que haviam presenciado muitos milagres e não conseguiam ver com os olhos da fé e o cego que sem poder enxergar, tinha fé suficiente e por isso alcançou a cura. A fé que é sólida vê a Jesus. Você consegue sentir na sua vida a influência da fé em Jesus? Ele já o curou da incredulidade? Aproxime-se dele pelos olhos da fé agora mesmo, Ele o espera.


O relato prossegue e os discípulos se deparam com uma pergunta feita por Jesus: “quem dizem os homens que eu sou?” Eles estavam caminhando para as aldeias de Cesaréia de Filipe quando, em meio a uma agradável conversa, a pergunta os alcançou. A resposta que deram foi imediata: “uns, João Batista, outros Elias e outros ainda algum dos profetas.” Não satisfeito, Jesus continuou: “e vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro se antecipou aos demais e confessou: Tu és o Cristo.


De modo firme Jesus ordenou aos doze que nada dissessem a respeito da sua identidade. Por quê? Uma das possíveis razões é que eles ainda precisavam aprender muito mais claramente sobre o que significava ser o Messias. Havia um papel a ser desempenhado pelo Messias, o que incluía a cruz. Por isso, Jesus continuou dizendo que Filho do Homem deveria sofrer muitas coisas e morrer, o que Pedro não suportou ouvir. Repreendeu a Jesus, mas desde cedo foi informado que o sofrimento era necessário para cumprir o propósito de Deus para ele, como salvador dos pecadores.


Jesus afirmou que Pedro estava falando em nome de Satanás, tentando impedi-lo de levar até o fim o seu ministério. Desde o princípio Satanás havia tentado impedir o cumprimento do plano de Deus, lá na tentação que se seguiu ao batismo de Jesus. Agora, Pedro se prestava ao papel do tentador.


Ele reagiu assim porque, sendo um judeu devoto, esperava que o Messias fizesse o que os seus compatriotas acreditavam: sendo descendente de Davi, grande rei guerreiro, o Messias seria um ungido que vindicaria o povo de Deus sobre seus inimigos. Há uma escritura judia do primeiro século que diz o seguinte: “e ele aparecerá para castigar aos gentios e destruirá todos os ídolos”. Em meio ao terrível sofrimento imposto aos judeus no tempo em que Jesus nasceu, algo importante era o justo castigo de Deus para os que fazem mal e a restauração de Israel como uma nação na Palestina, esclarece-nos o Dr. Raymond Brown.


Retira-te de mim com essa classe de admoestação, Pedro! E passou a prosseguir nos ensinamentos a respeito do significado da sua obra redentora. Eles, seus discípulos, não entendiam seu messiado como em termos de serviço amoroso e obediência fiel às Escrituras.


Imediatamente Jesus relacionou seu próprio sofrimento com o que seus discípulos iriam enfrentar. Era difícil demais para eles entenderem o que Jesus estava querendo mostrar.


O convite incluiu a multidão que o seguia; “se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.” Seguir a Jesus significa seguir o caminho de Jesus e a primeira coisa que Jesus fez foi oferecer uma cruz. Como é difícil para nós aceitarmos isso, tantos anos depois!


Os romanos requeriam que o criminoso sentenciado à morte levasse a cruz até o lugar da execução. Jesus estava pedindo aos discípulos e à multidão que levassem a cruz sob seus braços e em seus corações. Esquecer-se dos interesses egoístas, da segurança pessoal a fim de prestar um serviço obediente a Jesus, era o que estava por detrás das palavras do Mestre. Tomar a cruz significava não somente morrer por Jesus, senão também viver por Jesus da forma como Ele o fez: em amor e em obediência à vontade de Deus.


O caminho do Filho do Homem, no entanto, não era somente um apelo à morte, mas também o era à vida. A sua vida tinha que ser cumprida em termos da cruz, ou melhor, de modo a dar-se a si mesmos em sacrifício por Jesus e por seus divinos propósitos. Se o convite ao discipulado havia sido nos termos de que seriam pescadores de homens, agora era mais abrangente: podia levá-los a perder a vida em serviço sacrificial, em obediência amorosa e fiel a Deus.


O que Jesus desejava dizer nos envolve também. Vivemos em um mundo carente de pessoas comprometidas com Deus ao ponto de deixarem que Cristo transforme a sua natureza pecaminosa e passem a sentir alegria verdadeira em seguir a Jesus em amor e com fidelidade.


Recentemente, ouvi uma experiência que serve para exemplificar o que agora destacamos: adolescente, que teve uma infância muito tumultuada, sem expressões de amor por parte dos pais, cresceu sem compreender coisa alguma do que significasse ser amado. O conceito que cultivava a seu respeito era de alguém sem qualidades, visto que não recebera amor.


Um dia, esteve em uma Igreja onde o pregador falou durante todo o tempo a respeito de Jesus Cristo, mostrando o valor, a missão, o ministério, a vida, a morte, a ressurreição e a glorificação que o Filho de Deus recebeu de seu Pai, após terminar o seu plano de redenção.


Ao término da mensagem, o pregador disse: e este Jesus o ama! O então adolescente pensou: puxa, se uma pessoa tão importante como Jesus me ama, eu não devo ser tão insignificante assim; talvez eu tenha algum valor. Entregou naquele exato momento a sua vida a esse Jesus, e tem conhecido, ao longo dos seus agora setenta anos, o que representa ser seguidor fiel de Jesus. Não tem sido fácil: às vezes é incompreendido, seus valores são postos à prova seguidamente, mas ele continua compreendendo que realmente é verdade: Jesus o ama.


Observe o versículo 35 do capítulo que estamos estudando: “porque todo o que quiser salvar a sua vida perdê-la-á” e isto porque Deus decididamente não quer que o viver seja uma busca egoísta e o colocar as esperanças de segurança em alguém ou em algo. Se o quiser desfrutar de uma vida significativa, precisa aprender a servir, a ser o representante do evangelho de Jesus e assim estar enquadrado no centro da Sua soberana vontade. A palavra que significa “vida” é a mesma nos três versículos consecutivos, a saber o 35, 36 e 37, mesmo com a tradução para “” alma” e quer dizer: vida verdadeira, vida eterna, vida com Deus agora e no futuro.


“Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida por causa de mim e do evangelho, salvá-la-á. Que daria o homem em troca da sua alma?” (Marcos 8: 35 a 37.) A única maneira de ganhar o mundo, diz-nos o Dr. Raymond Brown, é perder a Deus. Se perdemos a Deus, perdemos a vida e acabamos perdendo o mundo também. Seguir a Jesus, significa escolher a Deus. Vamos escolher a Deus? Lembre-se: Ele o ama!

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