O DESTINO DOS PERVERSOS
Nosso encontro de hoje enfoca mais dois discursos.: o segundo de Elifaz e a réplica de Jó . À medida que Jó se apresenta mais veemente em sua fala, seus amigos se tornam também mais severos com ele. Vimos, recentemente, que Elifaz tinha apresentado as suas ideias, em seu primeiro discurso, de forma cortês, suave. Hoje, já no segundo ciclo de debates, o que pode ser comprovado com a leitura do capítulo 15, deparamo-nos com acusações dirigidas a Jó. Para Elifaz, Jó era impiedos
O SOFRIMENTO HUMANO E A SABEDORIA DE DEUS
Prosseguimos no estudo do livro de Jó e chegamos ao capítulo onze, que nos apresenta a fala de mais um dos amigos do patriarca, desta feita Zofar. Os dois outros visitantes haviam realçado diante do sofredor a santidade e a justiça de Deus, na tentativa de encontrar uma explicação para o mal que acometera Jó. Agora, Zofar se posiciona para o discurso tendo em mente mais um dos atributos inegáveis de Deus: a sua sabedoria. É bom ter em mente que o livro de Jó pertence à litera
O SOFRIMENTO HUMANO E A JUSTIÇA DE DEUS (Jó 6 e 7)
Após tomarmos conhecimento da permissão que Deus deu a Satanás para afligir a Jó, nos deparamos com dois discursos que o patriarca fizera. O primeiro, deu-se quando, após olhar para seus amigos mudos diante dele, começou a entender que a morte lhe seria mais promissora do que a vida, uma vez que pensara haver perdido o afeto do seu Deus, o Criador de todas as coisas a quem amava e reverenciava. O segundo discurso foi proferido em resposta a Elifaz, o primeiro amigo a falar.
O SOFRIMENTO HUMANO E A SANTIDADE DE DEUS
Deixamos Jó, na última semana, fazendo um discurso melancólico. O patriarca ansiava a morte, pois acreditava que ela lhe interromperia o sofrimento. (Jó 3) Ao prosseguir, encontramos nossa reflexão com a atuação de Elifaz, um dos amigos que estava visitando Jó, com o objetivo de consolá-lo. O texto bíblico está registrado nos capítulos 4 e 5 do livro de Jó .Elifaz apresenta-se como o mais compreensivo dos três amigos Ele não deixa de mostrar-lhe aquilo que considera seus err
QUESTÕES DE VIDA E DE MORTE (IV)
Nada poderia ser mais estranho ao pensamento de Jó e à religião israelita em geral, do que isolar o relacionamento com Deus como sendo a única coisa de valor para um homem, tornando-o indiferente à pobreza e insensível à dor. Pelo contrário, o relacionamento com Deus é conhecido nestas coisas comuns e por meio delas. Sem elas Jó não somente perde a sua humanidade, perde a Deus. Exatamente por esta razão foi que ele clamou: Por que nasci? É melhor morrer! A vida não vale a pen
QUESTÕES DE VIDA E DE MORTE (III)
Nada poderia ser mais estranho ao pensamento de Jó e à religião israelita em geral, do que isolar o relacionamento com Deus como sendo a única coisa de valor para um homem, tornando-o indiferente à pobreza e insensível à dor. Pelo contrário, o relacionamento com Deus é conhecido nestas coisas comuns e por meio delas. Sem elas Jó não somente perde a sua humanidade, perde a Deus. Exatamente por esta razão foi que ele clamou: Por que nasci? É melhor morrer! A vida não vale a pen
QUESTÕES DE VIDA E DE MORTE (I)
Terminamos o último estudo e focalizamos a reação do patriarca Jó diante do sofrimento. Quando ficou doente, recebeu a visita de três amigos: Elifaz, o temanita, que residia na cidade que era conhecida pelos sábios que nela habitavam. Bildade, o suíta, vivia em uma região próxima, povoada pelos descendentes de um dos filhos de Abraão. Zofar, que também vivia próximo de Jó, na região de Naamate. Os três deveriam ser notáveis em suas regiões e em sua época. A base desta amizade

