COMO DEUS SE RELACIONA COM O HOMEM
Encerramos nossa reflexão no último programa olhando para o silêncio de Jó. Após haver dialogado enfaticamente com os amigos que vieram para lhe trazer conforto, Jó entende ser o momento de calar: decide não retrucar mais, não responder a qualquer provocação. Vimos, a partir desse destaque, que muitas vezes o caminho para receber a revelação de Deus para qualquer circunstância que porventura estejamos enfrentando é precisamente esse: calar diante do Deus Todo Poderoso, aquele
COMO ENCARAR O SOFRIMENTO
Hoje, temos outro texto básico grande, pois tem início no capítulo 25 terminando, somente no de número 30, o que torna muito difícil resumir em poucas palavras o que ali está escrito. Nada obstante, a leitura de todos os capítulos poderá ajudar o amado leitor a compreender melhor o que agora vamos tentar resumir. Bildade toma a palavra outra vez, para o seu último discurso. Na verdade, ele não tem muita coisa a acrescentar pois a discussão estava quase esgotada. Ansioso por
O DESTINO DOS PERVERSOS
Nosso encontro de hoje enfoca mais dois discursos.: o segundo de Elifaz e a réplica de Jó . À medida que Jó se apresenta mais veemente em sua fala, seus amigos se tornam também mais severos com ele. Vimos, recentemente, que Elifaz tinha apresentado as suas ideias, em seu primeiro discurso, de forma cortês, suave. Hoje, já no segundo ciclo de debates, o que pode ser comprovado com a leitura do capítulo 15, deparamo-nos com acusações dirigidas a Jó. Para Elifaz, Jó era impiedos
O SOFRIMENTO HUMANO E A SABEDORIA DE DEUS
Prosseguimos no estudo do livro de Jó e chegamos ao capítulo onze, que nos apresenta a fala de mais um dos amigos do patriarca, desta feita Zofar. Os dois outros visitantes haviam realçado diante do sofredor a santidade e a justiça de Deus, na tentativa de encontrar uma explicação para o mal que acometera Jó. Agora, Zofar se posiciona para o discurso tendo em mente mais um dos atributos inegáveis de Deus: a sua sabedoria. É bom ter em mente que o livro de Jó pertence à litera
O SOFRIMENTO HUMANO E A JUSTIÇA DE DEUS (Jó 6 e 7)
Após tomarmos conhecimento da permissão que Deus deu a Satanás para afligir a Jó, nos deparamos com dois discursos que o patriarca fizera. O primeiro, deu-se quando, após olhar para seus amigos mudos diante dele, começou a entender que a morte lhe seria mais promissora do que a vida, uma vez que pensara haver perdido o afeto do seu Deus, o Criador de todas as coisas a quem amava e reverenciava. O segundo discurso foi proferido em resposta a Elifaz, o primeiro amigo a falar.
O SOFRIMENTO HUMANO E A SANTIDADE DE DEUS
Deixamos Jó, na última semana, fazendo um discurso melancólico. O patriarca ansiava a morte, pois acreditava que ela lhe interromperia o sofrimento. (Jó 3) Ao prosseguir, encontramos nossa reflexão com a atuação de Elifaz, um dos amigos que estava visitando Jó, com o objetivo de consolá-lo. O texto bíblico está registrado nos capítulos 4 e 5 do livro de Jó .Elifaz apresenta-se como o mais compreensivo dos três amigos Ele não deixa de mostrar-lhe aquilo que considera seus err
QUESTÕES DE VIDA E DE MORTE (IV)
Nada poderia ser mais estranho ao pensamento de Jó e à religião israelita em geral, do que isolar o relacionamento com Deus como sendo a única coisa de valor para um homem, tornando-o indiferente à pobreza e insensível à dor. Pelo contrário, o relacionamento com Deus é conhecido nestas coisas comuns e por meio delas. Sem elas Jó não somente perde a sua humanidade, perde a Deus. Exatamente por esta razão foi que ele clamou: Por que nasci? É melhor morrer! A vida não vale a pen

