O SOFRIMENTO HUMANO E A SANTIDADE DE DEUS
Deixamos Jó, na última semana, fazendo um discurso melancólico. O patriarca ansiava a morte, pois acreditava que ela lhe interromperia o sofrimento. (Jó 3) Ao prosseguir, encontramos nossa reflexão com a atuação de Elifaz, um dos amigos que estava visitando Jó, com o objetivo de consolá-lo. O texto bíblico está registrado nos capítulos 4 e 5 do livro de Jó .Elifaz apresenta-se como o mais compreensivo dos três amigos Ele não deixa de mostrar-lhe aquilo que considera seus err
QUESTÕES DE VIDA E DE MORTE (IV)
Nada poderia ser mais estranho ao pensamento de Jó e à religião israelita em geral, do que isolar o relacionamento com Deus como sendo a única coisa de valor para um homem, tornando-o indiferente à pobreza e insensível à dor. Pelo contrário, o relacionamento com Deus é conhecido nestas coisas comuns e por meio delas. Sem elas Jó não somente perde a sua humanidade, perde a Deus. Exatamente por esta razão foi que ele clamou: Por que nasci? É melhor morrer! A vida não vale a pen
QUESTÕES DE VIDA E DE MORTE (III)
Nada poderia ser mais estranho ao pensamento de Jó e à religião israelita em geral, do que isolar o relacionamento com Deus como sendo a única coisa de valor para um homem, tornando-o indiferente à pobreza e insensível à dor. Pelo contrário, o relacionamento com Deus é conhecido nestas coisas comuns e por meio delas. Sem elas Jó não somente perde a sua humanidade, perde a Deus. Exatamente por esta razão foi que ele clamou: Por que nasci? É melhor morrer! A vida não vale a pen
QUESTÕES DE VIDA E DE MORTE (I)
Terminamos o último estudo e focalizamos a reação do patriarca Jó diante do sofrimento. Quando ficou doente, recebeu a visita de três amigos: Elifaz, o temanita, que residia na cidade que era conhecida pelos sábios que nela habitavam. Bildade, o suíta, vivia em uma região próxima, povoada pelos descendentes de um dos filhos de Abraão. Zofar, que também vivia próximo de Jó, na região de Naamate. Os três deveriam ser notáveis em suas regiões e em sua época. A base desta amizade
QUESTÕES DE VIDA E DE MORTE (II)
Pensar sobre o livro de Jó nos faz refletir sobre algumas perguntas importantes. Algumas delas foram verbalizadas pelo patriarca e registradas no livro que tem o seu nome. É hora, então, de desafiar você a ler este importante livro. Por que nasci? É melhor morrer! A vida não vale a pena! É muito grande a minha dor! Expressões ditas em momento de grande aflição. Quantos de nós já não as pronunciamos em alguma ocasião! Antes que tiremos conclusões precipitadas a respeito da lam
O SERVO DE DEUS É PROVADO
Iniciamos, nesta oportunidade, uma série de treze estudos baseados no livro de Jó, que prometem ser de grande inspiração para a nossa vida, notadamente porque abordam tema de muito interesse para os dias atuais: o do sofrimento humano. Antes de entrar no assunto de hoje, será uma boa ideia refletir um pouco sobre o livro de Jó. A autoria do livro é desconhecida, embora saibamos que seu autor teria sido um judeu que provavelmente não era adepto da ideia corrente àquela época
MILAGRES: PRECISAMOS DE FÉ PARA ACEITAR UM MILAGRE
Leio no Evangelho de João capítulo 20, trecho dos versos 24-30: 24 Tomé, chamado Dídimo, um dos doze, não estava com os discípulos quando Jesus apareceu 25 Os outros discípulos lhe disseram: Vimos o Senhor! Mas ele lhes disse: Se eu não vir as marcas dos pregos nas suas mãos, não colocar o meu dedo onde estavam os pregos e não puser a minha mão no seu lado, não crerei. 26 Uma semana mais tarde, os seus discípulos estavam outra vez ali, e Tomé com eles. Apesar de estarem tranc

