“DURARÁ A VOSSA POSTERIDADE E O VOSSO NOME” (Isaías 61 a 66)
1. Introdução O texto sobre o qual meditaremos neste estudo é o último do conjunto de capítulos do livro do profeta Isaías. Os dois versículos iniciais do capítulo 61 são de especial importância, porque Jesus Cristo os utilizou para identificar-se como o Ungido de Deus aos seus ouvintes, numa sinagoga de Nazaré. No momento reservado para a leitura das Escrituras, Ele se levantou, então lhe deram o livro, quando escolheu o mencionado texto e o leu aos ouvidos de todos. Assim
“A PALAVRA QUE SAIR DA MINHA BOCA NÃO VOLTARÁ VAZIA” – Um convite irreversível (Isaías 55 a 60)
1.INTRODUÇÃO O cativeiro da Babilônia foi a terapia divina para a cura de Judá. De lá voltou um remanescente curado da idolatria e da incredulidade. Lá o povo de Deus esteve como uma mulher desamparada pelo marido, completamente repudiada. É exatamente isto que o Senhor diz através do profeta Isaias; “Porque o teu criador é o teu marido”. Tal expressão de tanta intimidade demonstra o grau de comprometimento que O Santo de Israel tinha com o seu povo. É a mesma figura que o ev
“DOS TEUS PECADOS NÃO ME LEMBRO” (Isaias 43 a 48)
1.Introdução Ao prosseguirmos em nossos estudos, devemos trazer à memória a visão do profeta Isaias, ocorrida no ano em que morreu o rei Uzias. O Senhor Deus, do seu alto trono, anunciara a Isaias que a sua mensagem tornaria insensível o coração do seu povo, de tal modo que reagiriam como cegos e surdos diante das advertências divinas, e não se converteriam. Angustiado, o profeta quis saber até quando aquela situação perduraria, ao que o Senhor responde, indicando tempos de a
“O TEU DEUS REINA” – O SOFRIMENTO DO MESSIAS E A SALVAÇÃO QUE OPERA (Isaías 49 a 54)
1. INTRODUÇÃO Como vimos na última lição, as profecias de Isaias projetam a sombra da calamidade que está por vir sobre Judá e Jerusalém. É a poderosa Babilônia, o instrumento da correção divina sobre o seu povo. Esta nação, por sua vez, está condenada à destruição pela mão de Ciro, o escolhido por Deus para executar a Sua vontade. A Assíria passou, a Babilônia passará e Ciro também. Mas um povo amado de Deus permanecerá, pois assim disse Deus: “Por amor do meu nome, retarda
EIS AQUI ESTÁ O VOSSO DEUS (Isaías 37 a 42)
1.Introdução Terminamos o último estudo tendo às portas de Jerusalém um mensageiro de Senaqueribe, rei da Assíria. Enquanto o rei dirigia uma batalha em Laquis, enviou seu general, Rabsaqué, com grande exército. Este, junto aos muros de Jerusalém, realizou uma guerra psicológica, tentando intimidar o Rei Ezequias e o seu povo. Rabsaqué agia como um profeta de seu rei, pois falou:”Assim diz o sumo rei, o rei da Assíria”. A palavra de Rabsaqué coincide com a de Isaias. “Diz el
O SENHOR É O NOSSO REI, ELE NOS SALVARÁ. (ISAIAS 31 a 36)
1. Introdução Na parte final do último estudo, vimos como o profeta Isaias, anunciou ao seu povo a insensatez de confiar numa aliança com o Egito, visando obter segurança política e militar contra os Assírios, a potência hegemônica da época. Os embaixadores de Judá estavam a caminho do Egito, levando tesouros como forma de agradá-los, como disse Isaias: “Ai dos filhos rebeldes, diz o Senhor, que executam planos que não procedem de mim e fazem aliança sem minha aprovação”. C
O Livro de Isaias - “CONFIAI SEMPRE NO SENHOR” (Capítulos 25 a 30)
1.Introdução Nas palavras finais do capítulo 24, vistas no último estudo, o profeta Isaias estabelece um vivo contraste entre as alegrias e louvores do povo de Deus por causa da Glória do Senhor, manifestada em seus atos de salvação. O profeta em várias ocasiões menciona o Senhor como se inclinando para ouvir, ver e atender ao clamor do seu povo. Estes gestos misericordiosos de Deus aproximando-se dos homens, mostram a estes um vislumbre da sua glória, por isso tornam-se moti

