QUESTÕES DE VIDA E DE MORTE (III)
Nada poderia ser mais estranho ao pensamento de Jó e à religião israelita em geral, do que isolar o relacionamento com Deus como sendo a única coisa de valor para um homem, tornando-o indiferente à pobreza e insensível à dor. Pelo contrário, o relacionamento com Deus é conhecido nestas coisas comuns e por meio delas. Sem elas Jó não somente perde a sua humanidade, perde a Deus. Exatamente por esta razão foi que ele clamou: Por que nasci? É melhor morrer! A vida não vale a pen
O QUE NÃO ESQUECER
“Cada vez que vocês comem deste pão e bebem deste cálice, estão anunciando a morte do Senhor, até que ele venha. Por isso aquele que comer do pão do Senhor ou beber do seu cálice de modo que ofenda a honra do Senhor estará pecando contra o corpo e o sangue do Senhor. Portanto, que cada um examine a sua consciência e então coma do pão e beba do cálice” (1Coríntios 11.26-28, Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Embora alguns vejam na Ceia um ritual que traz bênçãos especiais, o
LUZ QUE AFASTA O MEDO
O salmista abre o Salmo 27:1 afirmando: “O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo?” Luz, salvação, fortaleza; três palavras que, como mãos firmes, seguram nosso coração quando a noite escurece ao redor. Davi não afirma que não há escuridão. Ele apenas declara que, quando ela vem, ele não está sozinho. A luz de Deus não é apenas uma lâmpada que ilumina o caminho; é uma presença que dissipa o desespero. Onde o Senhor é luz, o medo perde a força. Mas o texto
QUESTÕES DE VIDA E DE MORTE (I)
Terminamos o último estudo e focalizamos a reação do patriarca Jó diante do sofrimento. Quando ficou doente, recebeu a visita de três amigos: Elifaz, o temanita, que residia na cidade que era conhecida pelos sábios que nela habitavam. Bildade, o suíta, vivia em uma região próxima, povoada pelos descendentes de um dos filhos de Abraão. Zofar, que também vivia próximo de Jó, na região de Naamate. Os três deveriam ser notáveis em suas regiões e em sua época. A base desta amizade
QUESTÕES DE VIDA E DE MORTE (II)
Pensar sobre o livro de Jó nos faz refletir sobre algumas perguntas importantes. Algumas delas foram verbalizadas pelo patriarca e registradas no livro que tem o seu nome. É hora, então, de desafiar você a ler este importante livro. Por que nasci? É melhor morrer! A vida não vale a pena! É muito grande a minha dor! Expressões ditas em momento de grande aflição. Quantos de nós já não as pronunciamos em alguma ocasião! Antes que tiremos conclusões precipitadas a respeito da lam
O SERVO DE DEUS É PROVADO
Iniciamos, nesta oportunidade, uma série de treze estudos baseados no livro de Jó, que prometem ser de grande inspiração para a nossa vida, notadamente porque abordam tema de muito interesse para os dias atuais: o do sofrimento humano. Antes de entrar no assunto de hoje, será uma boa ideia refletir um pouco sobre o livro de Jó. A autoria do livro é desconhecida, embora saibamos que seu autor teria sido um judeu que provavelmente não era adepto da ideia corrente àquela época
QUE BUSCAIS?
Assim está escrito: “E Jesus, voltando-se e vendo que o seguiam, disse-lhes: Que buscais? Disseram-lhe: Rabi (que quer dizer Mestre), onde assistes?” No início do ministério terreno de Nosso Senhor Jesus Cristo dois dos discípulos de João, o Batista foram atrás do Mestre. Eles testemunharam o seu batismo e ouviram João afirmar que aquele homem era o Cordeiro de Deus que tiraria o pecado do mundo. Eles o ouviram testemunhar de que o Espírito Santo viera repousar sobre Ele. Ist

